
When music sounds, gone is the earth I know,
And all her lovely things even lovelier grow;
Her flowers in vision flame, her forest trees
Lift burdened branches, stilled with ecstasies.
When music sounds, out of the water rise
Naiads whose beauty dims my waking eyes,
Rapt in strange dreams burns each enchanted face,
With solemn echoing stirs their dwelling-place.
When music sounds, all that I was I am
Ere to this haunt of brooding dust I came;
And from Time's woods break into distant song
The swift-winged hours, as I hasten along.
( Walter de la Maré)
Quando a música soa, o mundo que conheço desaparece
E todas as suas coisas maravilhosas ainda mais adoráveis se tornam;
Suas flores incandescem a visão, árvores de sua floresta
Levantam os sobrecarregados ramos febris em êxtase.
Quando a música soa, da água se erguem
Ninfas cuja beleza ofusca meus olhos estimulados
que contemplam em sonhos estranhos consumindo cada rosto encantado,
Com eco solene movimentando sua morada.
Quando a música soa tudo o que eu era ainda sou
Aqui para este lugar assombrado empoeirado preocupado eu vim;
E com o entardecer das florestas explode uma canção distante
As horas de asas ligeiras, enquanto eu me vou apressando.
Todos nós devemos sonhar mas não devemos nos perder nas nossas fantasias.
P.S. A tradução foi feita de acordo com a minha interpretação do poema
Gostei da tradução, mamis
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