sábado, 12 de setembro de 2009
Como pude ser tão idiota? É quando as escolhas nos são oferecidas que nos sentamos com os deuses e nos reinventamos (Dorothy Gilman) Você pode nem perceber mas sua vida neste exato momento é o resultado direto de muitas escolhas que um dia você fez. Há um minuto ou a trinta anos. Uma escolha consciente pode ser destrutiva, a base do auto-abuso, uma mera resposta ao desejo ou à expectativa dos outros. E fazendo isso sempre magoamos a quem mais amamos. A nós mesmos. Isso acontece porque não confiamos em nossos instintos e pelo enorme medo de fazer a escolha erra. De novo. Se bem que a escolha errada não é necessariamente a escolha ruim. Talvez, se tivesse feito uma escolha diferente, a vida não seria a mesma, o que não significa que seria melhor. Porque somos nós e não as circunstâncias externas que determinamos a qualidade de nossas vidas. Não o passado. Nem o presente. Nem o nunca, apenas nós. Não sabemos se uma escolha é certa ou errada até faze-la. E assim começa um debate interno. Escolhas ruins nunca deveriam ser confundidas com escolhas erradas. Quando não escolhemos, permitimos que os outros decidam por nós, não importa quem sejam estes outros. O interessante é refletir sobre as escolhas que se fez no passado e a foram como foram feitas. Lembre-se, sua vida é o resultado direto das escolhas das quais você nem se deu conta. Como diria Evelyn Anthony: a escolha é parceira do destino.
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